CMN flexibiliza uso de recursos para renegociar dívidas rurais
O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para renegociar dívidas rurais.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para renegociar dívidas rurais.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou regras para a renegociação de dívidas rurais, permitindo maior flexibilidade para instituições financeiras.
O Ministério da Fazenda anunciou a definição de limites e instituições financeiras autorizadas para a renegociação de dívidas de produtores rurais.

Uma Medida Provisória (MP 1376/26) foi editada para criar linhas de crédito rural, permitindo a renegociação de dívidas de produtores e cooperativas afetados por eventos climáticos ou queda de preços. A iniciativa, fruto de acordo governamental, visa apoiar o setor, com previsão de renegociar mais de R$ 100 bilhões e impacto fiscal de menos de R$ 4 bilhões anuais. Produtores com perdas de 30% da renda em duas safras (2019-2025) são elegíveis, com limites de crédito e juros variados por categoria

O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou um acordo entre governo e setor agropecuário para renegociar R$ 100 bilhões em dívidas rurais. Uma medida provisória substituirá o projeto de lei, oferecendo condições especiais de pagamento e criando um Fundo Garantidor de Crédito para o setor.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, reuniu-se com representantes do agronegócio e do setor sucroenergético para discutir a renegociação de dívidas agrícolas e a redução de impostos sobre combustíveis, buscando apoio a produtores rurais e mitigação de preços.
Advogado Augusto Caldeira detalha como produtores rurais podem prorrogar dívidas por até 10 anos, citando o Manual de Crédito Rural.
A equipe econômica do governo federal estuda a criação de um Fundo Garantidor para o agronegócio, visando mitigar perdas por eventos climáticos extremos e o crescente endividamento rural.