Ajuda internacional sofre corte de 23,1% em 2025, o maior da história
O volume de ajuda internacional de países ricos para nações pobres sofreu um corte recorde de 23,1% em 2025, a maior redução já registrada.
O volume de ajuda internacional de países ricos para nações pobres sofreu um corte recorde de 23,1% em 2025, a maior redução já registrada.
O TSE detalha as 40 etapas de fiscalização e auditoria das urnas eletrônicas, usadas há 30 anos no Brasil. Testes públicos de segurança, abertura do código-fonte e colaboração de universidades e órgãos garantem a...
O governo brasileiro repudiou a decisão dos Estados Unidos de prorrogar a emergência nacional contra o Brasil, classificando as justificativas como infundadas. A Casa Branca alega ameaças à segurança e economia dos EUA.
O dólar fecha em alta e atinge o maior valor em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo.
O dólar à vista fechou esta sexta-feira em queda de 0,06%, cotado a R$ 5,0809, acumulando baixa de 0,59% na semana.
A tarifa adicional de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros, aplicada pelo governo Trump, começou a vigorar, afetando cerca de 20% das exportações.
O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5,09, com o real favorecido pelos juros altos e pela valorização do petróleo. A bolsa de valores registrou a quarta queda seguida, pressionada por perdas de mineradoras.
A proposta de Donald Trump de cobrar pedágio no Estreito de Ormuz pode elevar o custo da cana-de-açúcar em R$ 62 por hectare no Brasil.
Juros futuros no Brasil subiram com a escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo. Ameaças de ataque dos EUA ao Irã e o bloqueio marítimo impulsionaram a aversão ao risco, elevando taxas de DI.
O governo Lula adiou a reavaliação do fim da subvenção à gasolina e a retirada total do subsídio ao diesel devido à alta do petróleo, impulsionada pelas tensões entre EUA e Irã.
A Copa do Mundo entra nas quartas de final após a eliminação de gigantes como Brasil, Alemanha e Holanda. Cabo Verde surpreendeu, e a França se destaca como favorita.
A nova geração da Bélgica goleou os EUA por 4 a 1 em Seattle e avançou às quartas de final do Mundial, provocando os anfitriões pela anulação da suspensão de Balogun.