Mais de 795 mil vacinas contra o sarampo foram aplicadas em São Paulo
A capital paulista aplicou mais de 1 milhão de doses de vacinas, com 795 mil contra o sarampo, desde 3 de agosto.
A capital paulista aplicou mais de 1 milhão de doses de vacinas, com 795 mil contra o sarampo, desde 3 de agosto.
São Paulo realiza campanha de multivacinação até 1º de setembro, oferecendo 20 imunizantes para menores de 15 anos em 645 municípios. A ação também reforça a vacinação contra o sarampo em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, após 23 casos confirmados em 2026.
O Ministério da Saúde alertou sobre o risco de reintrodução do sarampo no Brasil, especialmente com a Copa do Mundo de 2026. A pasta recomendou a dose zero para bebês, enquanto São Paulo já registra 23 casos. Entenda a doença, transmissão, sintomas, complicações e o esquema vacinal.
Paulistanos enfrentaram longas filas para se vacinar contra o sarampo neste sábado (8) na capital. Dos 62 postos abertos, 57 registravam grande movimentação. A campanha já aplicou mais de 109 mil doses em um dia, enquanto o estado confirma 23 casos da doença.
A campanha de vacinação contra o sarampo em São Paulo aplicou 281.714 doses desde o dia 3, com 32.501 doses zero para crianças menores de um ano, o grupo mais afetado com 16 dos 23 casos. A SMS intensificou a ação, resultando em grande aumento da demanda.
A ANAMT alertou sobre a importância da vacinação contra o sarampo para trabalhadores, após 16 casos em São Paulo. A entidade pede que empresas facilitem o acesso à imunização e promovam campanhas educativas. O Brasil registrou 19 casos este ano, ressaltando a necessidade de altas coberturas vacinais.
A Campanha Nacional de Multivacinação de 2026 começou em 3 de agosto em todo o Brasil, visando aumentar a cobertura vacinal até 1º de setembro. A imunização gratuita pelo SUS inclui diversas vacinas, com um Dia D nacional em 22 de agosto. O Ministério da Saúde reforça a segurança e eficácia das doses.
A Anvisa aprovou o registro da vacina Fluprevli, imunizante trivalente contra a influenza, para pessoas a partir de seis meses. Com eficácia de até 73% em adultos e 65% em crianças, a vacina ainda precisa de avaliação da Conitec e aprovação do Ministério da Saúde para ser incorporada ao SUS.
Anvisa atualiza normas para vacinas contra covid-19, exigindo que sejam monovalentes e focadas nas variantes em circulação. Imunizantes antigos terão prazo de nove meses para uso, visando aprimorar a resposta imunológica no país.
O Ministério da Saúde e a Pfizer fecharam novo acordo para a compra de 50 milhões de doses adicionais da vacina contra a covid-19. O contrato totaliza 150 milhões de doses, incluindo bivalentes para adultos e monovalentes para crianças, com entregas previstas até 2023.
A vacinação contra a COVID-19, iniciada há cinco anos no Brasil, reduziu a pandemia, mas a doença persiste. Especialistas alertam para a baixa cobertura vacinal, especialmente em 2025, e os riscos contínuos, com milhares de casos graves e óbitos. A imunização de crianças, idosos e gestantes é crucial, mas enfrenta desafios de adesão.
Um estudo com mais de 2,5 milhões de pessoas aponta que a vacinação contra o VSR em idosos reduz hospitalizações em 75,6% e diminui em 63,1% problemas cardiovasculares graves em casos de infecção. A vacina também reduz o risco de agravamento de comorbidades.