Dólar cai com alívio externo e aposta em corte da Selic
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), impulsionado pelo alívio externo e pela expectativa de corte da Selic pelo Copom.
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), impulsionado pelo alívio externo e pela expectativa de corte da Selic pelo Copom.
O mercado financeiro reduziu as expectativas para os índices de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa básica de juros. Segundo o Boletim Focus, a Selic deve fechar 2026 em 13,75%.
O feijão e os legumes lideraram as altas da cesta de alimentos no varejo em junho, com o feijão subindo 8% e os legumes 4,2% na média nacional. O café, açúcar e ovos registraram quedas.
As vendas do Tesouro Direto atingiram o segundo maior volume da história em junho, impulsionadas pelo Tesouro Reserva, somando R$ 14,76 bilhões. O recorde histórico de março foi superado por apenas R$ 30 milhões.
Mercado financeiro reduz pela quarta semana consecutiva a expectativa de inflação (IPCA) para 2026 no Brasil, projetando 5,12%.
O governo prorrogou por 30 dias o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina, em resposta ao agravamento da guerra no Oriente Médio e à disparada do preço do petróleo.
O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5,09, com o real favorecido pelos juros altos e pela valorização do petróleo. A bolsa de valores registrou a quarta queda seguida, pressionada por perdas de mineradoras.
O dólar caiu para R$ 5,07, menor nível em um mês, após inflação dos EUA vir abaixo do esperado, reduzindo apostas de alta de juros do Fed.
O índice de preços da Ceagesp registrou queda de 1,63% em junho, revertendo a alta de maio. O setor de legumes liderou a retração, com baixa de 8,94%, enquanto frutas e pescados também caíram.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a política tributária do governo na Câmara, afirmando que os trabalhadores brasileiros pagam menos impostos.
O Governo Federal projeta que o salário mínimo no Brasil ultrapasse R$ 2 mil até 2030, conforme as diretrizes orçamentárias.