BC aponta desaceleração da inflação, mas mantém alerta sobre riscos
A ata do Copom revela que a decisão de cortar a Selic para 14% ocorreu em meio à desaceleração da inflação, mas com riscos elevados.
A ata do Copom revela que a decisão de cortar a Selic para 14% ocorreu em meio à desaceleração da inflação, mas com riscos elevados.
O mercado financeiro fechou com o Ibovespa em leve queda de 0,19% e o dólar comercial em alta de 0,53%. Bolsas externas também recuaram, enquanto o euro e o ouro registraram variações.
Corte da Taxa Selic é bem recebido, mas entidades da indústria e trabalho o consideram insuficiente para impulsionar a economia.
A Selic foi reduzida para 14% ao ano pela quarta vez consecutiva, indicando um cenário econômico mais positivo para o Brasil, com geração de empregos e empreendedorismo em alta. O Sebrae, no entanto, alerta para a necessidade de cautela ao buscar financiamentos e reforça seu apoio via FAMPE.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando para 14% ao ano.
O dólar à vista fechou em leve alta a R$ 5,0870 nesta segunda-feira, impulsionado pela queda do petróleo e a expectativa do mercado pelo comunicado do Copom.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia reunião para definir a Taxa Selic, em meio a projeções de mercado para novos cortes nos juros e redução das expectativas de inflação.
O mercado financeiro reduziu as expectativas para os índices de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa básica de juros. Segundo o Boletim Focus, a Selic deve fechar 2026 em 13,75%.
Juros cobrados das famílias no Brasil atingem 64% ao ano em junho, segundo o Banco Central. A inadimplência e o comprometimento da renda também permanecem elevados, impactando a economia doméstica.
O dólar fechou em queda e a bolsa recuou nesta quarta-feira (29), após o Federal Reserve manter os juros dos EUA.
O dólar encerrou a quarta-feira (22) no menor nível desde 2 de junho, impulsionado pela valorização do petróleo, fluxo de capital estrangeiro e juros altos no Brasil. A Bolsa também avançou, superando 177 mil pontos.
O dólar caiu para R$ 5,07, o menor nível em um mês, impulsionado pelos juros altos no Brasil e pela alta internacional do petróleo. A bolsa de valores encerrou estável, mas acumulou a quinta queda seguida.