CITROS: Maior oferta pressiona laranja de mesa; entressafra impulsiona tahiti
A oferta de frutas cítricas em São Paulo gera movimentos opostos nos preços: laranja de mesa em queda por maior disponibilidade e tahiti em alta pela menor oferta.
A oferta de frutas cítricas em São Paulo gera movimentos opostos nos preços: laranja de mesa em queda por maior disponibilidade e tahiti em alta pela menor oferta.
Na parcial deste mês (de 1º a 15 de julho), os preços das carnes suína (carcaça especial) e do frango (resfriado) recuaram no atacado da Grande São Paulo frente às médias de junho, apontam dados do Cepea. Com a movimentação dos valores, a carne de frango perdeu competitividade em relação à proteína suína.
Exportadores dos EUA venderam 315 mil toneladas de milho da safra 2025/26, o menor volume do ano comercial, com queda de 44% na semana. Vendas totais somaram 626,2 mil toneladas, abaixo das estimativas.
A soja ultrapassou R$ 140 por saca no Brasil, impulsionada pela forte demanda internacional, valorização de contratos futuros e menor oferta interna.
A colheita da safra irrigada amplia a oferta de feijão carioca, pressionando preços. Já o feijão preto mantém cotações firmes, com apoio de importações argentinas.
Preços da soja no Brasil superam R$ 140/saca, impulsionados por demanda global aquecida, valorização de contratos e postura retraída de vendedores.
A menor disponibilidade de lavouras de mandioca e o baixo interesse dos produtores em vender raízes novas limitam a colheita.
A Grainsights analisa os fatores que moldam os preços do milho, com Chicago em alta e B3 em leve queda. A safrinha brasileira, a safra norte-americana, chuvas e demanda interna são cruciais.
A expectativa de aumento da oferta de milho no Brasil e no mundo, impulsionada por projeções da Conab e USDA, pressiona os preços do cereal.
Negociações de soja no Brasil seguem aquecidas, impulsionadas pela demanda externa e industrial e pela desvalorização do Real.
Mercado de feijão pressionado por demanda fraca, com quedas nas cotações de carioca e preto. Colheita avança em Paraná, MG e GO. Conab revisa projeções 2025/26: alta para feijão-caupi, queda para feijão preto.