Mercado eleva projeção de inflação para 4,99% e reduz PIB
O mercado financeiro elevou a expectativa para a inflação para 4,99% e reduziu a estimativa de crescimento do PIB para 1,86% em 2026, segundo o boletim Focus do Banco Central.
O mercado financeiro elevou a expectativa para a inflação para 4,99% e reduziu a estimativa de crescimento do PIB para 1,86% em 2026, segundo o boletim Focus do Banco Central.
A redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente pelas representações da indústria e dos trabalhadores, que consideram a decisão como “tímida” e que “não...
A Selic registra sua quinta queda consecutiva, atingindo 13,75% ao ano, refletindo um cenário econômico positivo com baixa no desemprego e inflação. O Sebrae destaca o impacto nos pequenos negócios e oferece dicas para aproveitar o momento, como renegociar custos e ajustar políticas de crédito.
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,01% para 5% este ano.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,6% em junho, na comparação com maio de 2026. Nos 12 meses, o indicador acumula alta de 1,5%.
A ata do Copom revela que a decisão de cortar a Selic para 14% ocorreu em meio à desaceleração da inflação, mas com riscos elevados.
Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas para a inflação em 2026, que deve fechar o ano em 5,02%.
A Selic foi reduzida para 14% ao ano pela quarta vez consecutiva, indicando um cenário econômico mais positivo para o Brasil, com geração de empregos e empreendedorismo em alta. O Sebrae, no entanto, alerta para a necessidade de cautela ao buscar financiamentos e reforça seu apoio via FAMPE.
As projeções do Banco Central indicam queda da inflação e da Selic até 2026, com o Boletim Focus apontando 5,03% de inflação para este ano. O Sebrae destaca otimismo para pequenos negócios e atua para ampliar acesso ao crédito via Fampe, que já movimentou R$ 16 bilhões.
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), impulsionado pelo alívio externo e pela expectativa de corte da Selic pelo Copom.
Juros futuros no Brasil subiram com a escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo. Ameaças de ataque dos EUA ao Irã e o bloqueio marítimo impulsionaram a aversão ao risco, elevando taxas de DI.