PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre, mostra IBGE
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o primeiro trimestre, e 2% em relação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 3,4 trilhões.
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o primeiro trimestre, e 2% em relação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 3,4 trilhões.
A agropecuária impulsionou o PIB brasileiro no 2º trimestre de 2026, crescendo 2,8% e contribuindo para o avanço de 0,5% do PIB.
O PIB brasileiro cresceu 0,5% no 2º trimestre de 2026, impulsionado pela agropecuária, que registrou alta de 2,8%.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,6% em junho, na comparação com maio de 2026. Nos 12 meses, o indicador acumula alta de 1,5%.
Micro e pequenas empresas (MPE) lideraram a criação de empregos formais no Brasil no primeiro semestre de 2026, gerando 543,5 mil vagas. Em junho, as MPE foram responsáveis por 58% dos novos postos, superando médias e grandes empresas. A taxa de desocupação caiu para 5,4%.
O Monitor do PIB da FGV registrou alta de 0,7% em maio ante abril, impulsionado pela agropecuária e serviços. O consumo das famílias foi o principal motor da demanda, enquanto exportações e investimentos recuaram no mês.
Micro e pequenas empresas (MPEs) são a principal força motriz na geração de empregos formais no Brasil, respondendo por quase 70% das vagas no comércio. Uma pesquisa do Sebrae revela que MPEs empregam 19,8 milhões, superando médias e grandes empresas, e destacam o setor de serviços e restaurantes como maiores empregadores.
Abertura de pequenos negócios no Brasil cresce quase 12% no 1º semestre de 2026, totalizando 2,9 milhões de novas empresas, impulsionadas por MEIs. O Sudeste e o setor de Serviços lideram, refletindo a desburocratização e o dinamismo econômico.
A confiança de micro e pequenos empresários brasileiros cresceu em junho, atingindo 87,3 pontos, impulsionada pelos setores de Comércio e Serviços, segundo pesquisa Sebrae/FGV. O avanço reflete melhorias na situação atual e expectativas futuras, com contribuição regional das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.
A confiança dos microempreendedores individuais (MEIs) brasileiros subiu 3,5 pontos em maio, atingindo 100,2 pontos, impulsionada pelos setores de Serviços e Indústria. O Boletim Mensal Sondagem Econômica do Sebrae aponta que a Região Sul teve o maior crescimento.
Micro e pequenas empresas (MPEs) foram responsáveis por seis em cada dez empregos formais criados no Brasil nos primeiros cinco meses de 2026, totalizando mais de 450 mil vagas. O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, ressaltou o papel crucial desses negócios na economia.
Depois do preenchimento das informações, são geradas as taxas referentes ao processo. O pagamento pode ser feito por meios digitais, como Pix, o que pode acelerar a compensação e a liberação das próximas etapas.